Blog  02.09.15

Reduzir e reaproveitar

Para profissionais da Logi Arquitetura, ações conjuntas entre sociedade e entidades públicas norteiam o caminho para economia de água

 A preocupação com o aumento do consumo de água é cada vez maior. Para muitos, ela só surge depois que o resultado interfere no bolso ou na falta desse bem preciso, mas na realidade qualquer estratégia ou solução é bem-vinda. Para o arquiteto Adriano Dorigo, sócio proprietário da Logi Arquitetura, as ações pessoais, como reduzir o tempo de banho ou usar menos água para lavar louças, veículos ou jardins, têm uma grande contribuição para a economia, sendo essenciais para a resolução do problema.

Em edificações, também é possível tornar mais racional o uso da água. Dentre outros recursos comentados pelo arquiteto, destacam-se o uso das águas pluviais (armazenamento de água da chuva), o reuso de água (quando aproveita-se a água de descarte, oriundas de torneiras, chuveiros e máquinas de lavar), e o uso de louças e metais que apresentem menor consumo, como vasos sanitários que possuem menor vazão de água e torneiras dotadas de aeradores, temporizadores ou sensores de presença, por exemplo. É por meio da soma dessas estratégias que se tem como resultado uma redução significativa no consumo de água potável.

Para Clarisse Petroski, arquiteta e sócia proprietária da empresa, o papel das entidades públicas é fundamental. “Legislações que tratem do manejo racional da água, exigindo pelo menos o aproveitamento da água da chuva ou o reuso de água, são fundamentais para iniciar o processo. Mas não é só isso: criar incentivos para a produção ou para a aquisição de sistemas dessa natureza tem grande importância”, comenta. Para ela, o resultado destas atitudes resultará em uma cultura de economia de água, a ponto de chegar um momento em que será exceção a família ou a empresa que não apresentar alguma solução de uso racional de água em sua edificação.

A Logi Arquitetura entende que a economia deste bem é uma obrigação de todos. Desta forma, seus projetos não ficam vinculados apenas às exigências das legislações, procurando sempre incorporar alguma estratégia para redução do consumo de água, seja em obras residenciais, comerciais, corporativas, industriais ou de outra natureza.

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